Festa Crew
not just another party.-
março 5th, 2010festaSexta-feira é dia de festa e boa parte dos residentes da CREW tocam hoje à noite em algumas festinhas.
Rola hoje no Bar Secreto a festa “Clube da Coruja” (each one), em que cada DJ toca uma música e ainda tem despedida do Mehdi Pinson, que é quem canta a música DVNO (Justice) e também é vocalista da banda Scenario Rock. Da CREW tocam Killer on the Dancefloor, Fabrizio Martinelli (aka DJ Gatinho), Tchiello K. e Roots Rock Revolution. Para os interessados enviar email para o Phillip A., que aí receberá mais informações.
No Vegas acontece a festa PostiT para os amantes da música pop. Quem passa por lá dos nossos residentes são Lalai, Fabilipo e Roots Rock Revolution (que faz dobradinha e toca nas duas festas). A lista é de R$20 - email até às 17 para festapostit@gmail.com. A festa PostiT é produzida por Lalai & Phelipe Cruz (Papel Pop).
A dupla Database se joga no Rio de Janeiro nesse final de semana. Eles tocam hoje na festa Electroshake, na Fosfobox. Então para a cariocada, a boa pedida da noite é dançar até o chão com o Lucio Morais & Yuri Chix.
Tags: bar secreto, clube da coruja, crew, database, dvno, electroshake, festa crew, fosfobox, killer on th, kotd, mehdi pinson, phelipe cruz, postit, roots rock revolution, scenario rock, tchiello k, vegas -
março 4th, 2010noticiaDemorou alguns dias, mas finalmente saiu nosso making-off da nossa ida ao Big Brother Brasil 10 no último sábado, dia 27/02. Como a maioria já sabe, fomos convidados pela Chilli Beans para sermos os DJs da festa que eles produziram dentro do programa.
Temos um monte de coisa para contar, mas que tem muito mais a ver com as sensações que rolaram, nossa tensão e ansiedade. Afinal foi a menor platéia para qual tocamos e, ao mesmo tempo, a maior platéia. Para a empreitada foram convidados 10 residentes da festa e optamos por escolher os que estão desde o início da nossa história.
O grupo foi formado por Lalai, Roots Rock Revolution, Killer on the Dancefloor, Fabrizio Martinelli (aka DJ Gatinho), Database, Tchiello K. e Fabilipo, enquanto o Sexistalk, I’m the Machine, DJ Schutz e nosso VJ Robson Victor ficaram nos espiando e cuidando do nosso twitter no momento em que estávamos trancados na casa mais vigiada do Brasil.
Não preciso dizer que tudo foi bem incrível superando nossas expectativas. Rolou um nervosismo, mas a nossa companheira Brasilis ajudou a gente a se acalmar um pouco. A programação era tocar até às 23h30 e acabou rolando um convite para esticarmos até a hora que não quiséssemos mais. Por fim tocamos até 2h20 e nos surpreendemos um bocado com a resposta que rolou do pessoal da casa, que não deixou a gente tocando para “ninguém” em nenhum momento.
Também ficamos bem felizes com o retorno do público, tanto do pessoal que frequenta a festa e nos conhece, quanto das pessoas que não tem a menor ideia de quem somos.
Agora chega de enrolação e assista o vídeo, que foi produzido pelo DJ Gatinho, ops, Fabrizio. Hehehehehehe!
festaCREW no BBB10! from fbrz on Vimeo.
As nossas próximas paradas são:
- 19.03: CREW & Gossip em São Paulo
- 20.03: CREW & Gossip no Rio de Janeiro
- 27.03: Festa Crew @ Clube Glória (SP)O Gossip toca também em Porto Alegre, no dia 13 de Março, e tem nosso residente DJ Schutz no line-up. No dia 17 rola em Belo Horizonte também com mais um residente da Festa CREW, a dupla Sexistalk.
Todas as informações aqui.
Tags: bbb, bbb10, big brother brasil, chilli beans, clube gloria, crew djs, database, dj gatinho, dj schutz, fabilipo, fabrizio martinelli, fatu, festa crew, i'm the machine, killer on the dancefloor, kotd, lalai, phillip a., roots rock revolution, rrr, sexistalk, vj robson victor -
dezembro 13th, 2009killer on the dancefloor, mixtape, musica, set
Novo mixtape do Killer On The Dancefloor que foi ao ar na ultima semana pela Oi FM na Pista!
Killer On The Dancefloor - Mixtape - Radio Oi 12/09 - DOWNLOAD
01 - Hey Champ - Cold Dust Girl
02 - Evermore - Can You Hear Me (DCUP’s Horny Remix)
03 - Crystal Waters - Gypsy Woman (Russ Chimes Remix)
04 - Mowgli - London To Paris
05 - Killer On The Dancefloor - Gringo Oba Oba (Tropkill’s Remix)
06 - N.E.R.D. - Lapdance (Bingo Players Remix)
07 - Miike Snow - Animal (Fake Blood Remix)
08 - David Guetta Vs Black Eyed Peas - Toyfriend Boom Boom Pow (KOTD Mashup)
09 - Boris Dlugosch - BangkokInfo:
Tags: kotd, na pista, Oi FM
www.myspace.com/killeronthedancefloorbr
www.twitter.com/kotdbr -


Novo mixtape do Killer On The Dancefloor que foi ao ar na ultima sexta-feira, dia 21/08/09, pela radio Oi FM (SP 94,1).E já aproveitando pra fazer o “esquenta”, da novo single do KOTD, vai também o link do blog do top DJ americano Felix Da Housecat, onde você pode baixar a versão original e mais 3 super remixes, Edu K, MMMatthias e Alexander Technique Vs Kassiano Nossa!
Boppernation - Felix Da Housecat’s Blog

Killer On The Dancefloor - Mixtape - Radio Oi 21/08/09 - DOWNLOAD
Playlist:
01 - La Roux - I’m Not Your Toy (DatA Remix)
02 - Filthy Dukes - What Happens Next
03 - Gramophonedzie - Why Don’t You
04 - The Count And Sinden - Mega
05 - Duck Sauce - Anyway
06 - Tiga - Beep Beep Beep (Punks Jump Up Remix)
07 - Major Lazer - Hold The Line (Trompeta Edit)
08 - Solo - Joga Bola
09 - Mark Knight & Funkagenda - Good Times
10 - Larry Tee - Let’s Make Nasty (Afrojack Remix)
11 - The Black Eyed Peas - I Gotta Feeling (Luvtek Remix)
12 - Diplo & Afrojack - How I Like It (Laidback Luke Remix)
13 - Kid Cudi ft Kanye West & Common - Make Her Say (Afrojack Remix)
14 - Sergio Mendes - Mas Que Nada (Re-Edit)
15 - Killer On The Dancefloor - Gringo Oba Oba (Alexander Technique & Kassiano Nossa Remix)
16 - AutoErotique - Gladiator (Steve Aoki x DJ AM Remix)
17 - Wolfgang Gartner - The Grey Agenda
18 - Diplo & Laidback Luke - Hey (Foamo Remix)
19 - Dizzee Rascal & Armand Van Helden - Bonkers+Info:
Tags: alexander technique, boppernation, edu k, felix da housecat, gringo oba oba, kassiano, kotd, mmmatthias, nossa, Oi FM
Killer On The Dancefloor’s Myspace
Oi FM -
agosto 14th, 2009entrevista, killer on the dancefloor, musica, noticiaSaiu hoje no portal da revista GOMA a entrevista do Killer On The Dancefloor p/ a seção “back 2 back”. Confira!
Tags: kotd, revista goma
Fundadores do maior coletivo maximal e adeptos a cultura dos mashups, o trio Killer On The Dancefloor está dando o que falar. Formado atualmente por Phillip A, Fatu e Dudu, remixaram nomes de peso como Digitalism, Larry Tee, Mix Hell, N.A.S.A., entre muitos outros. Dividiram o mesmo palco com Justice e Soulwax. Hoje investem pesado trabalhando no primeiro álbum e numa nova apresentação com banda.
Como está sendo a produção do álbum, e qual o conceito que ele apresenta?Philip: O conceito do álbum é ser tropical.
Edu: a gente começou o disco no ano passado, e supostamente já era para estar terminando. Começamos a fazer um monte de remix para gravadoras e amigos, que foram pedindo e não podíamos negar, principalmente para divulgar nosso nome. Então estamos praticamente na metade do disco, ou um pouco mais que isso
Fatu: O conceito é a mistura dos ritmos brasileiros, juntos com os ritmos eletrônicos das nossas influências, então acaba misturando com funk carioca, com samba, várias coisas. Queremos fazer aquela junção da brasilidade com o exterior.Tendo em vista que tem backgrounds e histórias diferentes, até cada um chegar no KOTD, o que de diferente cada um adiciona na hora que estão produzindo?
Fatu: Eu comecei tocando em clubs comerciais, minhas influencias foram voltados mais para o house comercial, e eu acho que o que eu tenho de influencia é essa parte mais pop.
Philip: eu sempre fui dj de house underground, eu tenho um background em house de Chicago, house francês, um pouco de Detroit techno, e sempre fui contra o comercial, enquanto moleque como dj. Hoje em dia gosto bastante do comercial, e você une o underground meu com o pop do Fatu.
Dudu: Meu background primeiro foi com banda como guitarrista, depois primeiro comecei produzindo musica eletrônica trance, e fui dj de trance e techno, nesse tempo trabalhei com gente de todo tipo, hiphop, musica eletrônica, rock, blues. Acho que o lance de banda, de timbrar as coisas e não querer imitar o que esta rolando por aí, e criar uma sonoridade própria, é o que eu mais gosto de trabalhar.
Philip: No estúdio, eu ajudo mais na parte da criação, idéias, letras. Essa é a parte que eu faço, o Dudu fica com a parte de meter mão na massa mesmo.Vemos em suas produções uma forte ligação de tendências mundiais com a cultura brasileira, como o funk carioca. É uma preocupação que tem quando produzem, ou é algo natural, resultado das influências que passaram?
Philip: Isso vai mudando de tempo em tempo. As últimas músicas que fizemos para um remix para um gringo, ou algum dj de fora do Brasil, usamos bastante coisa de funk carioca. Mas as nossas faixas estão com mais brasilidade em termos de ritmo, não só do funk carioca. As últimas músicas não têm funk carioca no meio, mas sim tem percussão, por exemplo.
Fatu: Tem mais elementos percussivos que caracterizam a brasilidade da produção. Acho que a mistura que fazemos no momento é essa mesmo.Com essa coisa brasileira no álbum, vocês pretendem lançar uma carreira no exterior, tem algum plano?Edu: É a nossa meta principal.
Philip: Desde o começo quando começamos a criar o álbum, nossa meta era tocar fora do Brasil, fazer turnês, etc. Agora com o formato banda, isso é exatamente o que almejamos.Quem ou quais são as principais influencias de vocês?Philip: a minha sempre foi rock.Edu: Rock’n Roll também, e hip hop eu gosto bastante.
Fatu: A minha sempre foi para a parte mais dance, mas eu sempre gostei de rock e hiphop também. Mas as minhas principais influências são os 80, como o synth pop meio Duran Duran.E os artistas?Philip: Não dá para citar, é tanta coisa. Vai desde Jorge Ben Jor até Slayer.Edu: Depende da época também, às vezes estamos ouvindo mais um produtor, mas tem aqueles que vão ser sempre aqueles.
Fatu: Mas a parte mais atual de produção, o Daft Punk é a principal na parte de eletrônico. Que é dessa linha que a gente ta querendo fazer desde o começo.
Philip: A principal influencia na parte do baile funk é o Diplo. Isso daí é até um crime falar, mas é verdade, um gringo ensinando a gente a tocar baile funk.E como é que surgiu essa oportunidade de agregar o Dudu no KOTD?Philip: Estávamos estreando a Crew na época, e o Dudu mandou uma mensagem pela Internet, falando que queria conhecer a festa. Nos conhecemos e depois marcamos de fazer juntos uma música. Então fizemos um remix do Bonde do Rolê, o Solta o Frango, e foi uma coisa que deu muito certo, e aí a gente começou a fazer várias outros trabalhos. Fizemos o remix do N.A.S.A., e falei “o Dudu era o que estava faltando”. Logo após terminar o remix do Larry Tee, eu disse para ele, “Dudu, está afim de entrar como parte integrante do KODT?”.
Dudu: aí fizemos um contrato de um milhão por mês… (rsrs)Como é que vocês conciliam a produção do álbum, com as gigs, remixes e os projetos paralelos?Philip: O Dudu é o cara mais difícil, a gente depende da boa vontade dele.
Dudu: Eu trabalho com trilha comercial para tv e rádio, trabalho também dando aula de produção, eu faço remixes que me encomendam, enfim, é muita coisa. É difícil separar tudo, todos os dias. Então tenho que dividir um pouco.
Philip: Eu e o Fatu viajamos bastante para tocar, e tem época que estamos no estúdio a semana inteira, às vezes duas semanas inteiras. E tem época que ficamos duas semanas sem trabalhar, mas ultimamente estamos direto no estúdio.
Fatu: Porque a gente sempre tocou como dj, então estamos acostumados com esse estilo de vida. A gente toca desde que fui residente do clube Base, em 98, na época que eu conheci o Philip.
Philip: Desde lá a gente toca. Eu tinha 16 anos hoje tenho 27, desde os 16 anos já comecei como residente das matinês do clube Base.
Vocês remixaram músicas de muitos artistas importantes como o Larry Tee, Digitalism, Mix Hell, entre muitos outros. Tem recebido propostas de outros artistas?
Philip: O Larry Tee foi como um padrinho para nós, porque ele nos deu total confiança, e depois ele nos jogou de mão beijada para o Alexander Technique, que é o dono do selo de Nova York, Djs Are Not Rockstars, e também nos chamou para remixar artistas dele. Nós remixamos uma banda chamada The Fire & Reason, e a partir deste contato com o Alexander, tivemos contato com o Junior Sanches, um outro dj de NY que faz, e fomos convidados para remixar o Good Charlotte pelo Junior Sanches, então uma coisa leva a outra.
Fatu: Mas o Larry Tee foi quem abriu portas, a gente já tinha feito o remix pro The Qemists também, mas não foi o principal que abriu portas.
Dudu: Temos até um acumulo de remix, que a gente ta perdendo prazo de tantos remixes que estamos fazendo.
Philip: O The Qemists é uma banda de drum’n bass e rock de Londres, e foi o primeiro remix que a gente fez e foi lançado pelo selo Ninja Tunes. Mas foi o Larry Tee quem deu o ponta pé inicial.Quais artistas, dentro do cenário nacional, se destacam na opinião de vocês?
Philip: Edu K parceiro nosso, Chernobyl, MixHell, e tem vários outros.Porque que estão se destacando?Fatu: Acho que mais pelo sucesso que eles fizeram lá fora.
Philip: Tem o Bloodshake também parceiros nosso, que estão recebendo reconhecimento lá fora, o Bonde do Rolê, que estão sempre com a gente, o Database, e a galera toda do Crew, né? Está todo mundo se destacando.Quais são as surpresas que estão guardando para a estréia do live? O que o público pode esperar dele?Dudu: a primeira coisa que posso falar, é que vai ser totalmente ao vivo, improvisado.
Philip: Eu não diria que é um live, eu um diria que é o KOTD ao vivo. O brasileiro tem essa cultura, desde a época das raves, de tudo ser live. Viu um laptop já vira live. Como eu e o Fatu, começamos o Killer tocando com o Laptop, muita gente achou que era live, mas nós tocávamos mashups, com o Ableton live e computador. Muitas vezes vimos o nosso nome no flyer como se fosse um Live PA, o que não era.
Edu: O live do Killer vai ser como se você fosse ver uma banda de rock, e eles vão tocar as músicas deles, um cover. Vamos tocar músicas próprias, e não colocar coisa dos outros no meio, porque acho que isso não é live, isso é um dj set com outras tecnologias.Em poucas palavras, como vocês definiriam o som do KOTD?
